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Spring Boot com Gradle

8, dezembro, 2014 Sem comentários

Semelhante ao Maven, instale o Gradle seguindo essas instruções, opcionalmente utilize a mesma pasta do exemplo anterior e crie o arquivo para o build do gradle: build.gradle :


buildscript {
    repositories {
        mavenCentral()
    }
    dependencies {
        classpath("org.springframework.boot:spring-boot-gradle-plugin:1.1.9.RELEASE")
    }
}

apply plugin: 'java'
apply plugin: 'spring-boot'
apply plugin: 'eclipse'
apply plugin: 'idea'

jar {
    baseName = 'gs-spring-boot'
    version =  '0.1.0'
}

repositories {
    mavenCentral()
}

dependencies {
    compile("org.springframework.boot:spring-boot-starter-web")
    testCompile("junit:junit")
}

task wrapper(type: Wrapper) {
    gradleVersion = '1.11'
}

O Gradle é mais flexível e mais simples, além de usar justamente o grande acervo de bibliotecas disponibilizadas nos repositórios Maven.

O techo


buildscript {
    repositories {
        mavenCentral()
    }
    dependencies {
        classpath("org.springframework.boot:spring-boot-gradle-plugin:1.1.9.RELEASE")
    }
}

orienta o Gradle a encontrar e disponibilizar o plugin spring-boot-gradle-plugin

As linhas:


apply plugin: 'java'
apply plugin: 'spring-boot'
apply plugin: 'eclipse'
apply plugin: 'idea'

disponibilizam tasks especializadas para projetos java, artefatos spring-boot e integração com a IDE Eclipse e Idea, respectivamente.

No terminal digite:


gradle bootRun

e mais uma vez e resultado será idêntico ao mostrado no post anterior.

No próximo post veremos a utilização de mais uma opção: o Spring Boot CLI, uma ferramenta em linha de comando que permite gerar aplicações Spring Boot ainda mais rápido.

Categories: geral, Groovy, Spring Boot Tags:

Spring Boot com Maven

6, dezembro, 2014 Sem comentários

No post anterior fiz uma breve introdução ao Spring Boot. Hoje e no próximo post irei demonstrar como executar o mesmo exemplo do post anterior utilizando duas populares ferramentas para automação de compilações: o Maven e o Gradle.

Trabalhando com o Maven

A instalação do Maven é bem simples e você pode utilizar esse guia oficial em caso de dúvidas.
Crie um novo projeto Maven utilizando sua IDE preferida ou no terminal digite:


mvn archetype:generate -DgroupId=hello -DartifactId=hello -DarchetypeArtifactId=maven-archetype-quickstart -DinteractiveMode=false

O resultado será uma estrutura de pasta semelhante a essa:


hello
├── pom.xml
└── src
    ├── main
    │   └── java
    │       └── hello
    │           └── SampleController.java
    └── test
        └── java
            └── hello
                └── AppTest.java

Renomeie a classe App para SampleController e deixe-a com esse conteúdo:

package hello;

import org.springframework.boot.*;
import org.springframework.boot.autoconfigure.*;
import org.springframework.stereotype.*;
import org.springframework.web.bind.annotation.*;

@RestController
@EnableAutoConfiguration
public class SampleController {

    @RequestMapping("/")
    String home() {
        return "Hello World!";
    }

    public static void main(String[] args) throws Exception {
        SpringApplication.run(SampleController.class, args);
    }
}

No terminal digite:


mvn compile exec:java

O resultado será idêntico ao mostrado no post anterior.

No próximo post demonstrarei a utilização do Spring Boot com o Gradle.

Categories: geral, Gradle, Groovy, Spring Boot Tags:

String – reverse

Esses dias precisei baixar um arquivo num site e ele pedia um cadastro de celular como pre-requisito para fornecer o link. Ao observar mais atentamente dá pra ver que o link é parte da própria URL, o único inconveniente é ela está ao oirártnoc contrário.
Resolver o problema não é difícil, mas é chato, foi por isso que escrevi um pequeno script groovy que recebe a url invertida, simplesmente usa a própria api do groovy para reverte-la e abri-la no browser default.


url = System.in.withReader {
print 'url: '
it.readLine()
}

println "Você digitou: $url"

java.awt.Desktop.getDesktop().browse( new URL( url.toString().reverse() ).toURI() )

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Groovy, o melhor dos mundos

22, setembro, 2008 Sem comentários

groovy

groovy


Uma das coisas que mais interessante na plataforma Java é a capacidade de expandir e adaptar-se às novas necessidades do mercado.
Nestes últimos anos a plataforma Java tem crescido e atraído para perto de comunidades tradicionais e sólidas como PHP, Ruby, Python devido a novos recursos de Scripting. Paralelo a essa revolução, a comunidade Groovy já estava um passo à frente pois se antecipava nos conceitos e introduzia na plataforma um novo modelo de programação cujos principais objetivos era ser simples, dinâmica, eliminar a burocracia sintática, mas aproveitar todo o poder da plataforma.
Nasceu então o Groovy uma linguagem de script espetacular sendo inspirada em outras bem sucedidas como Python, Ruby e Smalltalk.

Instalação
A instalação do Groovy é bastante simples faça o download da versão estável e descompacte o zip numa pasta desejada. Na página de downloads você também encontrará versões empacotadas para distribuições OpenSuse, Ubuntu e para quem usa Windows há um instalador próprio.
Você precisa ter o java previamente instalado e a variável JAVA_HOME configurada. Após descompactado o pacote, configure a variável GROOVY_HOME apontando para a pasta recém criada. Adicione à variável PATH a pasta bin de sua pasta $GROOVY_HOME/bin

Executando
Se tudo foi feito certinho, quando você for ao console e digitar groovyConsole você terá uma tela semelhante a esta

Você poderia também usar o groovysh, uma ferramenta interativa e muito leve. Mas groovyConsole é mais amigável

Hello Word
Abra o groovyConsole e digite área reservada ao script:

def hw = "Hello, World!"
"Sobre Isso: ${hw}"
"Sobre Isso: ${hw}".center(40,'+')

A primeira linha define a variável hw com o conteúdo “Hello, World!”, a segunda demonstra a utilização de GStrings que são Strings com recursos adicionais. Por fim, o mesmo texto é centralizado e num comprimento de 40 caracteres plus.

Num próximo post veremos o poder do Groovy em coisas mais interessantes.

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